A 3 de Novembro de 1887 eram elaborados os estatutos da Associação Académica de Coimbra, tornando-se o estudante de Direito António Luís Gomes (futuro Reitor da Universidade de Coimbra) o seu primeiro presidente.
Desde 3 de Novembro de 1887 a AAC foi sempre interventiva no quotidiano de Coimbra e até do país. Quando foi preciso "bater o pé" Coimbra esteve presente: em 1907 com Carlos Olavo, Bissaya Barreto, Pinto Quartin e outros.
Em 1920, o primeiro piso do colégio de S. Paulo na velha Rua Larga não era cedido aos estudantes como prometido, estes tomaram-no de assalto numa verdadeira "Tomada da Bastilha" em 1920.
Em 1945, Salgado Zenha assumiu posição e não foi "Maria vai com as outras" ao recusar ir a Lisboa agradecer ao Professor Oliveira Salazar o facto e Portugal não ter participado na guerra.
No final de 1956 o Ministério da Educação tento decreto 40900 para retirar a autonomia às Associações de Estudantes, Coimbra manifesta-se e o decreto é "congelado".
Em 1962, ainda nos "grilos", os estudantes barricam-se na Associação Académica de Coimbra e fazem uma crise académica (que já vinha do 40900, 1962 foi só uma consequência do avolumar da contestação). Em 1969, chegam a Coimbra os ventos do Maio de 68 e Coimbra será o foco da maior contestação estudantil.
Nas décadas de 1990 e seguintes é a luta contra as propinas (eu próprio, chegado a Coimbra em 1997, andei a gritar "não pagamos!"), até aos dias de hoje.
mais coisas.
Uma coisa posso eu dizer, a Académica sente-se e vive-se e só quem passa pela Académica sabe o que é ser da Académica!
Parabéns AAC, que venham mais 128 anos!éférreá!
Uma saudação especial aos meus amigos que foram ou ainda são Presidentes da
DG/AAC aqui no facebook:
Jorge Ponce de Leão, Maló de Abreu, Luís Pais de Sousa, Ricardo Roque, Ana Paula Barros, Benjamim Lousada, José Viegas, Emídio Guerreiro, Fernando Guerra, Victor Hugo Salgado, Fernando Gonçalves, André Oliveira, Jorge Serrote, Miguel Portugal, Eduardo Melo, Ricardo Morgado, Bruno Matias.
De: Rui Lopes

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